Ragu napolitano
Meninas, segredo é o cozimento longuíssimo, tipo 3, 4 horas. Os italianos deixam no fogo até 8 horas!
1 kg de lagarto (ou alcatra)
1 kg de tomates sem pele nem sementes
200 g de bacon em cubos
1/2 xícara (chá) de azeite OU 100 g de banha de porco
2 dentes de alho amassados
1 copo de vinho tinto de boa qualidade
1 cebola média picada
1 cenoura cortada em cubinhos
1 colher (sopa) de extrato de tomate
1 colher (chá) de sementes de erva doce (opcional)
1 ramo de salsa
1 folha de louro
sal
Lardeie e carne, furando com uma faca de ponta e introduzindo nas incisões os cubos de bacon. Tempere com o sal e frite no azeite (ou na banha derretida) até dourar. Junte a cebola, o alho e a cenoura e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 10 minutos. Junte o vinho e deixe evaporar. Acrescente os tomates picados, o extrato de tomate, a salsa e o louro. Cozinhe em fogo baixo por no mínimo 3 horas, pingando água fria sempre que necessário. Fica um molho super denso e você pode desfiar a carne, que nessa altura já estará quase desmanchando. Em geral, a carne é servida separada. Essa quantidade de molho é para 500 g de massa.
quinta-feira, 22 de março de 2007
Farah
Pasta é 1 xicara de farinha 1 ovo grande 1 colher de sopa de azeite e 1 pitada de sal.Como eu sempre faço um minimo de 4 receitas coloco uma das xicaras de Semola de Grano Duro.A textura da massa antes de voce comçar a passa-la na maquina, é quase identica a de uma massa de pizza acetinada e sem grudar nas mãos.Se vc sentir que ela está dura (mais seca do vc acha que deveria, não se acanhe molhe as mãos em água e acerte o ponto). Eu não consegui descobrir qual tipo de maquina vc tem. Se for uma Imperia ou Atlas , vc estará muito bem servida. Pressupondo que a maquina seja deste tipo, uma vez que a massa esteja pronta vc deve obviamente estica-la na regulagem 1 e ir dobrando a massa e passando pela maquina duas vezes em cada regulagem, até chegar na espessura que vc deseje. Eu normalmente vou até a regulagem 8.
Falando do ponto da massa as vezes em função do tamanho dos ovos vc pode corrigir colocando apenas um ovo extra, ou um pouco mais de azeite o que vai tornar a massa mais elástica.
Quando vc tiver a massa esticada, deixe que ela descanse por uns quinze minutos numa mesa levemente enfarinhada, antes de passar nos rolos de corte. Depois de cortada forme ninhos e deixe secar. Ou pendure as tirinhas em um secador de pasta ou improvise um com um cabo de vassoura. Como já foi dito pra colorir as massas, verde Espinafre, vermelha Beterraba, negra tinta de Lula, e para uma pasta bem amarelinha use o nosso Colorau que apesar de ser um pó vermelho, fica amarelo na massa.
Importantissimo não cozinhe esta pasta por mais de 3 minutos.
Falando do ponto da massa as vezes em função do tamanho dos ovos vc pode corrigir colocando apenas um ovo extra, ou um pouco mais de azeite o que vai tornar a massa mais elástica.
Quando vc tiver a massa esticada, deixe que ela descanse por uns quinze minutos numa mesa levemente enfarinhada, antes de passar nos rolos de corte. Depois de cortada forme ninhos e deixe secar. Ou pendure as tirinhas em um secador de pasta ou improvise um com um cabo de vassoura. Como já foi dito pra colorir as massas, verde Espinafre, vermelha Beterraba, negra tinta de Lula, e para uma pasta bem amarelinha use o nosso Colorau que apesar de ser um pó vermelho, fica amarelo na massa.
Importantissimo não cozinhe esta pasta por mais de 3 minutos.
GRAVAD LAX WITH MUSTARD SAUCE
GRAVAD LAX WITH MUSTARD SAUCE
This very ancient dish of pickled salmon is of Swedish origin, and considered by a great many Scandinavians to be superior to smoked salmon. It must be made with fresh fish that has never been frozen, and with a plentiful supply of fresh dill weed.
7-8 pounds middle cut of fresh salmon in one piece, with bones
2/3 cup salt
1/2 cup sugar
1 tablespoon whole white pepper, coarsely crushed
1 teaspoon whole allspice, coarsely crushed
6 tablespoons cognac
2 large bunches fresh dill weed
Mustard Sauce
9 tablespoons light olive oil
3 tablespoons white vinegar
2-3 tablespoons prepared sharp mustard
3/4 teaspoon salt
1/4 teaspoon freshly ground pepper
1/4 cup sugar
1/8 teaspoon cardamom
Wipe salmon with a damp cloth. Leave skin on, but carefully remove bone so that big fillets remain. Be careful not to break fish. Mix together salt, sugar, white pepper and allspice. Rub seasonings carefully into all surfaces of the fish. Sprinkle fish with cognac. Wash dill and shake dry. Place one third of the dill in the bottom of a large deep pan or bowl (not aluminum). Place one piece of salmon, skin side down, on dill. Cover salmon with another third of the dill. Top with second piece of salmon, skin side up and cover with remaining dill. Set heavy plate or board on salmon, or a plate, weighted down. Refrigerate salmon for at least 24, preferably 36 or 48, hours.
Drain fish and scrape off dill and spices. Slice on a slant, wafer thin, away from the skin. Serve with lemon wedges, mustard sauce and freshly ground black pepper. Gravad lax will keep under refrigeration for about 8-10 days only.
Variation: In the Scandinavian manner, after draining and scraping fish, remove skin from fish carefully. Cut skin into strips and fry in hot butter until crisp. Add a strip of skin to each serving.
Combine ingredients and blend thoroughly. Chill sauce for several hours. At serving time, beat smooth with fork or wire whisk — do not use rotary beater. Makes about 1 cup sauce.
Makes about 15-20 smörgasbord servings.
This very ancient dish of pickled salmon is of Swedish origin, and considered by a great many Scandinavians to be superior to smoked salmon. It must be made with fresh fish that has never been frozen, and with a plentiful supply of fresh dill weed.
7-8 pounds middle cut of fresh salmon in one piece, with bones
2/3 cup salt
1/2 cup sugar
1 tablespoon whole white pepper, coarsely crushed
1 teaspoon whole allspice, coarsely crushed
6 tablespoons cognac
2 large bunches fresh dill weed
Mustard Sauce
9 tablespoons light olive oil
3 tablespoons white vinegar
2-3 tablespoons prepared sharp mustard
3/4 teaspoon salt
1/4 teaspoon freshly ground pepper
1/4 cup sugar
1/8 teaspoon cardamom
Wipe salmon with a damp cloth. Leave skin on, but carefully remove bone so that big fillets remain. Be careful not to break fish. Mix together salt, sugar, white pepper and allspice. Rub seasonings carefully into all surfaces of the fish. Sprinkle fish with cognac. Wash dill and shake dry. Place one third of the dill in the bottom of a large deep pan or bowl (not aluminum). Place one piece of salmon, skin side down, on dill. Cover salmon with another third of the dill. Top with second piece of salmon, skin side up and cover with remaining dill. Set heavy plate or board on salmon, or a plate, weighted down. Refrigerate salmon for at least 24, preferably 36 or 48, hours.
Drain fish and scrape off dill and spices. Slice on a slant, wafer thin, away from the skin. Serve with lemon wedges, mustard sauce and freshly ground black pepper. Gravad lax will keep under refrigeration for about 8-10 days only.
Variation: In the Scandinavian manner, after draining and scraping fish, remove skin from fish carefully. Cut skin into strips and fry in hot butter until crisp. Add a strip of skin to each serving.
Combine ingredients and blend thoroughly. Chill sauce for several hours. At serving time, beat smooth with fork or wire whisk — do not use rotary beater. Makes about 1 cup sauce.
Makes about 15-20 smörgasbord servings.
Salmão Gravad Lax
um file de salmão inteiro com pele
ponha o dill ateh q cobre tudooooooooo
2 para 1.. de açucar e sal.. ponha em cima no dill
ponha filme em volta.. bem apertado... e deixe curar na geladeira por dias.
a maioria defuma o "grav" com dill.. e outro só cura sal e açucar
ponha o dill ateh q cobre tudooooooooo
2 para 1.. de açucar e sal.. ponha em cima no dill
ponha filme em volta.. bem apertado... e deixe curar na geladeira por dias.
a maioria defuma o "grav" com dill.. e outro só cura sal e açucar
terça-feira, 20 de março de 2007
A ARTE DE TEMPERAR - Claude Troisgos
O início do ano normalmente é marcado por uma série de novas resoluções e compromissos, que vão dos negócios à alimentação. Em conversa com amigos é fácil perceber que para a maioria, a missão de inicio de ano é emagrecer. Mas como, sem abrir mão de um dos grandes prazeres da vida que é comer?
Eu diria que um prato bem temperado é o melhor amigo de quem está disposto a trilhar o caminho da balança. Isso sem contar, é claro, que não existe boa receita sem tempero adequado. E saber temperar é uma arte.
Ervas e especiarias sempre dão um toque muito especial e pessoal ao prato. Um simples corte de frango pode ganhar vida e alcançar sabores completamente diferentes, dependendo dos condimentos utilizados. Em minha última viagem a África do Sul mergulhei fundo, tal qual os locais, nas especiarias, que chegaram na América há muitos anos graças a Vasco da Gama. Lembrei muito de minha amiga Rosa Nepomuceno, grande estudiosa do assunto.
Preparei uma seleção de especiarias essenciais para o dia- a-dia na cozinha.
Aproveite as dicas abaixo e aventure-se no uso dos temperos.
Canela
No Brasil é mais usada no preparo de doces, pães doces, bolos, tortas de frutas, cremes e panquecas doces. Mas seu uso é indicado também em receitas de carne como Tagine de Cordeiro. Pratos de origem indiana utilizam o ingrediente com grande freqüência.
Alecrim
O aroma inebriante do alecrim penetra com facilidade em carnes brancas e vermelhas. Vai muito bem com pão e azeite. Pode ser usado para temperar saladas também.
Cebolinha
Com a salsinha, forma a dupla “cheiro-verde”, muito utlizada na culinária brasileira. Sozinha, é ideal para incrementar omeletes e sopas. Dá um toque especial ao arroz se polvilhada por cima. Junte a cebolinha às receitas somente no final do cozimento de pratos quentes, assim, ela não perde o sabor, nem o perfume.
Louro
Ele forma par perfeito com carne de vaca ou de porco assadas ou ensopadas. Na França é muito usado em crustáceos, mas cuidado, pois tem sabor muito forte.
Pimenta-do-reino
Vai bem com a maioria dos alimentos. Pode ser utilizada tanto durante o cozimento, quanto para finalizar uma receita. É fundamental usar a pimenta moída na hora. O grão quebrado na hora é chamado poivre mignonnette, de sabor extraordinário e pode dar sensações incríveis na boca.
Como conservar
Condimentos devem sempre ser guardados em vidros.
Evitar potes de plástico, pois as especiarias podem se volatilizar. Devem ser mantidos também longe da luz do sol, que faz com que eles percam suas propriedades mais rápido. Temperos frescos podem ser conservados por até uma semana na geladeira, acondicionados em sacos de papel ou recipientes de plástico forrados com papel-toalha. Mas o ideal é utilizar sempre os colhidos na horta ou comprados na feira no dia do preparo da receita.
Compre pouco
Embora possam durar até um ano, os temperos vão perdendo suas propriedades com o passar do tempo. Não é comum e nem recomendável usar grandes porções deles nos pratos. Portanto, não vale a pena comprar muito para depois ter que guardar.
Fresco ou seco?
Nos supermercados, é fácil encontrar as versões desidratadas de ervas como salsa, alecrim, tomilho. Mas tome cuidado: as ervas secas têm sabor diferente das versões frescas. O ideal é usar sempre produtos frescos.
A hora certa de adicionar
Temperos verdes podem ser adicionados quando o prato já estiver quase pronto, na finalização. Se você cozinhá-los por muito tempo, o sabor e o aroma podem se alterar. Não pode ferver. As especiarias normalmente são colocadas no início da receita, após serem levemente tostadas.
Use com moderação
Em matéria de temperos, menos é sempre mais. Quer dizer: se você usar só um pouquinho, seu prato ficará muito mais gostoso do que se colocar muitos condimentos ou uma quantidade muito grande de apenas um deles. Lembre-se sempre que os temperos são para acentuar e não para alterar ou esconder o sabor dos alimentos.
Eu diria que um prato bem temperado é o melhor amigo de quem está disposto a trilhar o caminho da balança. Isso sem contar, é claro, que não existe boa receita sem tempero adequado. E saber temperar é uma arte.
Ervas e especiarias sempre dão um toque muito especial e pessoal ao prato. Um simples corte de frango pode ganhar vida e alcançar sabores completamente diferentes, dependendo dos condimentos utilizados. Em minha última viagem a África do Sul mergulhei fundo, tal qual os locais, nas especiarias, que chegaram na América há muitos anos graças a Vasco da Gama. Lembrei muito de minha amiga Rosa Nepomuceno, grande estudiosa do assunto.
Preparei uma seleção de especiarias essenciais para o dia- a-dia na cozinha.
Aproveite as dicas abaixo e aventure-se no uso dos temperos.
Canela
No Brasil é mais usada no preparo de doces, pães doces, bolos, tortas de frutas, cremes e panquecas doces. Mas seu uso é indicado também em receitas de carne como Tagine de Cordeiro. Pratos de origem indiana utilizam o ingrediente com grande freqüência.
Alecrim
O aroma inebriante do alecrim penetra com facilidade em carnes brancas e vermelhas. Vai muito bem com pão e azeite. Pode ser usado para temperar saladas também.
Cebolinha
Com a salsinha, forma a dupla “cheiro-verde”, muito utlizada na culinária brasileira. Sozinha, é ideal para incrementar omeletes e sopas. Dá um toque especial ao arroz se polvilhada por cima. Junte a cebolinha às receitas somente no final do cozimento de pratos quentes, assim, ela não perde o sabor, nem o perfume.
Louro
Ele forma par perfeito com carne de vaca ou de porco assadas ou ensopadas. Na França é muito usado em crustáceos, mas cuidado, pois tem sabor muito forte.
Pimenta-do-reino
Vai bem com a maioria dos alimentos. Pode ser utilizada tanto durante o cozimento, quanto para finalizar uma receita. É fundamental usar a pimenta moída na hora. O grão quebrado na hora é chamado poivre mignonnette, de sabor extraordinário e pode dar sensações incríveis na boca.
Como conservar
Condimentos devem sempre ser guardados em vidros.
Evitar potes de plástico, pois as especiarias podem se volatilizar. Devem ser mantidos também longe da luz do sol, que faz com que eles percam suas propriedades mais rápido. Temperos frescos podem ser conservados por até uma semana na geladeira, acondicionados em sacos de papel ou recipientes de plástico forrados com papel-toalha. Mas o ideal é utilizar sempre os colhidos na horta ou comprados na feira no dia do preparo da receita.
Compre pouco
Embora possam durar até um ano, os temperos vão perdendo suas propriedades com o passar do tempo. Não é comum e nem recomendável usar grandes porções deles nos pratos. Portanto, não vale a pena comprar muito para depois ter que guardar.
Fresco ou seco?
Nos supermercados, é fácil encontrar as versões desidratadas de ervas como salsa, alecrim, tomilho. Mas tome cuidado: as ervas secas têm sabor diferente das versões frescas. O ideal é usar sempre produtos frescos.
A hora certa de adicionar
Temperos verdes podem ser adicionados quando o prato já estiver quase pronto, na finalização. Se você cozinhá-los por muito tempo, o sabor e o aroma podem se alterar. Não pode ferver. As especiarias normalmente são colocadas no início da receita, após serem levemente tostadas.
Use com moderação
Em matéria de temperos, menos é sempre mais. Quer dizer: se você usar só um pouquinho, seu prato ficará muito mais gostoso do que se colocar muitos condimentos ou uma quantidade muito grande de apenas um deles. Lembre-se sempre que os temperos são para acentuar e não para alterar ou esconder o sabor dos alimentos.
AMOUSES BOUCHES - Claude Troisgos

Mousse de Salmão (servido em copo)
Ingredientes:
pasta de salmão defumado
salmão defumado
catupiry
requeijão
limão
sal
pimenta
Modo de preparo:
Bater no processador o salmão defumado com o queijo catupiry e o requeijão. Temperar com suco de limão.
Tartare de salmão
Ingredientes:
400g de salmão fresco
1 colher de sopa de azeite extra virgem
½ cebola picada
sal
pimenta amassada
cebolinha francesa picada
tabasco
Modo de preparo:
Cortar o salmão em cubinhos e temperar. Acrescentar o resto dos ingredientes.
Para servir:
Num copo, colocar a pasta de salmão defumado. Cobrir com o tartare e finalizar com ovas de salmão.
Lagosta à Thermidor
Ingredientes:
2 lagostas de 750g
400ml de leite
sal
pimenta
Modo de preparo:
Descascar a lagosta e cortar em cubos. Picar as cascas e as cabeças das lagostas e refogá-las no azeite. Temperar e reservar. Colocar as cascas na frigideira e deixar caramelar. Deglacer com o leite e ferver 2 por minutos. Deixar esfriar tampado e peneirar.
Molho
Ingredientes:
30g de manteiga
30g de farinha de trigo
375ml de leite de lagosta
1 colher de sopa de mostarda de Dijon
estragão picado
sal
pimenta
Modo de preparo:
Derreter a manteiga e colocar a farinha. Deixar cozinhar por 5 minutos e adicionar o leite fervendo. Deixar cozinhar até engrossar. Temperar com estragão, sal e pimenta.
Para servir:
Colocar a lagosta num pratinho. Cobrir com molho. Colocar queijo tipo suíço ralado por cima e levar ao forno para gratinar.
- Foie gras de abacaxi
Para o abacaxi
Ingredientes:
½ abacaxi
2 colheres de sopa de mel
pimenta dedo-de-moça picada
sal
pimenta
Modo de preparo:
Cortar o abacaxi em cubinhos e puxá-los na manteiga com pimenta dedo-de-moça e mel até caramelar.
Foie gras
Ingredientes:
200g de foie gras fresco
sal
pimenta
croutons
Modo de preparo:
Cortar o foie gras em cubos e temperar. Puxar numa frigideira bem quente. Retirar e secar em papel absorvente.
Para servir:
Colocar o foie gras na colher, cobrir com abacaxi e finalizar com croutons.
ESCALOPES DE VITELA MEDITERRANÉE - Claude Troisgos
Vitela
Ingredientes:
12 escalopes de vitela
300g de mussarela ralada
2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 ovos
300g de panko (farinha de pão japonesa)
Sal
Pimenta
2 colheres de sopa de azeite
Modo de Preparo:Temperar os escalopes com sal e pimenta. Rechear com a mussarela e enrolar como um rocambole. Passar na farinha de trigo, depois passar pelos ovos ligeiramente batidos e no panko.
Fechar os rolinhos com palitos para não abrirem. Fritar no azeite, retirar e secar em papel absorvente.
Molho 40º
Ingredientes:
2 colheres de sopa de cebola picada
1 dente de alho picado
8 cogumelos-de-Paris em cubos
2 shitakes em cubos
12 azeitonas pretas em cubos
2 tomates secos em cubos
1 colher de sopa de mini-alcaparras
3 aliche em cubos
Pimenta amassada
Sal
Nirá em cubos
Salsa picada
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de molho de soja
100ml de azeite
Modo de Preparo:Puxar a cebola e o alho na manteiga. Acrescentar os cogumelos de Paris e os shitakes e refogar bem. Temperar com sal e pimenta amassada e colocar os cubinho de nirá. Acresentar o restante dos ingredientes e deixar marinar por 2 horas antes de usar.Para servir:Colocar o molho no prato e dispor a vitela por cima. Decorar com um raminho de tomilho frito.
Ingredientes:
12 escalopes de vitela
300g de mussarela ralada
2 colheres de sopa de farinha de trigo
2 ovos
300g de panko (farinha de pão japonesa)
Sal
Pimenta
2 colheres de sopa de azeite
Modo de Preparo:Temperar os escalopes com sal e pimenta. Rechear com a mussarela e enrolar como um rocambole. Passar na farinha de trigo, depois passar pelos ovos ligeiramente batidos e no panko.
Fechar os rolinhos com palitos para não abrirem. Fritar no azeite, retirar e secar em papel absorvente.
Molho 40º
Ingredientes:
2 colheres de sopa de cebola picada
1 dente de alho picado
8 cogumelos-de-Paris em cubos
2 shitakes em cubos
12 azeitonas pretas em cubos
2 tomates secos em cubos
1 colher de sopa de mini-alcaparras
3 aliche em cubos
Pimenta amassada
Sal
Nirá em cubos
Salsa picada
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de molho de soja
100ml de azeite
Modo de Preparo:Puxar a cebola e o alho na manteiga. Acrescentar os cogumelos de Paris e os shitakes e refogar bem. Temperar com sal e pimenta amassada e colocar os cubinho de nirá. Acresentar o restante dos ingredientes e deixar marinar por 2 horas antes de usar.Para servir:Colocar o molho no prato e dispor a vitela por cima. Decorar com um raminho de tomilho frito.
domingo, 18 de março de 2007
Soda Bread
Rendimento (10 fatias )
450 gr farinha branca para pao
1 col cha acucar1 col cha sal
1 col cha bicarbonato
350 ml leite (eu uso buttermilk ou sour milk para dar um sabor "azedo")
Peneirar (para aerar) os ingredientes secos numa superficie de trabalho e fazer o "vulcao". No centro colocar o leite e gradualmente misturar os ingredientes secos ao leite.
Fazer uma massa lisa e macia. Sovar gentilmente por uns 5 minutos. fazer uma bola um pouco achatada. "Cortar" uma cruz em cima do pao e colocar para assar em forno pre aquecido a 230 graus por 15 minutos. Reduzir a temperatura para 200 graus e assar por mais 30 minutos.
As vezes eu acrescento passar, castanhas, ervas... O que eu tiver na mao! Ou puro mesmo!
450 gr farinha branca para pao
1 col cha acucar1 col cha sal
1 col cha bicarbonato
350 ml leite (eu uso buttermilk ou sour milk para dar um sabor "azedo")
Peneirar (para aerar) os ingredientes secos numa superficie de trabalho e fazer o "vulcao". No centro colocar o leite e gradualmente misturar os ingredientes secos ao leite.
Fazer uma massa lisa e macia. Sovar gentilmente por uns 5 minutos. fazer uma bola um pouco achatada. "Cortar" uma cruz em cima do pao e colocar para assar em forno pre aquecido a 230 graus por 15 minutos. Reduzir a temperatura para 200 graus e assar por mais 30 minutos.
As vezes eu acrescento passar, castanhas, ervas... O que eu tiver na mao! Ou puro mesmo!
Risoto ao vinho barolo, radicchio e linguiça toscana (receita cedida por Alessandro Segato)
Ingredientes: (4 porções)
400g de linguiça toscana sem pele
280g de arroz vialone nano ou carnaroli
200g de radicchio cortado à juliana
50g de manteiga
6 colheres de sopa parmesão ralado
2 colheres de sopa de azeite
1 xícara de barolo
1 e 1/2 litro de caldo de carne
1/2 cebola picada
sal e pimenta branca à gosto
Preparo:Aqueça o azeita na panela. Adicione a cebola e doure por alguns minutos. Junte a linguiça e a metade do radicchio e doure por mais um pouco. Acrescente o arroz e refogue por alguns minutos. Coloque o vinho e deixe evaporar. Aos poucos vá adicionando o caldo de carne quase em ponto de fervura.Cozinhe por cerca de 15 minutos, mexendo de vez em qdo. Adicione mais caldo à medida que o arroz for secando. Junte o radicchio restante. Tire do fogo. Acrescente manteiga e o queijo parmesão. Misture bem.
Deixe descansar por 2-3 minutos na panela e sirva.
400g de linguiça toscana sem pele
280g de arroz vialone nano ou carnaroli
200g de radicchio cortado à juliana
50g de manteiga
6 colheres de sopa parmesão ralado
2 colheres de sopa de azeite
1 xícara de barolo
1 e 1/2 litro de caldo de carne
1/2 cebola picada
sal e pimenta branca à gosto
Preparo:Aqueça o azeita na panela. Adicione a cebola e doure por alguns minutos. Junte a linguiça e a metade do radicchio e doure por mais um pouco. Acrescente o arroz e refogue por alguns minutos. Coloque o vinho e deixe evaporar. Aos poucos vá adicionando o caldo de carne quase em ponto de fervura.Cozinhe por cerca de 15 minutos, mexendo de vez em qdo. Adicione mais caldo à medida que o arroz for secando. Junte o radicchio restante. Tire do fogo. Acrescente manteiga e o queijo parmesão. Misture bem.
Deixe descansar por 2-3 minutos na panela e sirva.
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